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Como proteger sua empresa em tempos de instabilidade econômica: 5 práticas contábeis essenciais.

A economia brasileira tem enfrentado oscilações importantes nos últimos anos, e os efeitos disso já são sentidos pelas empresas. Com a taxa Selic elevada e custos operacionais em alta, manter a saúde financeira do negócio exige mais do que atenção: exige estratégia.

Neste texto, reunimos 5 práticas contábeis e financeiras que ajudam sua empresa a atravessar períodos de instabilidade com mais segurança, eficiência e controle.

1. Faça um diagnóstico financeiro completo da sua empresa

Antes de qualquer tomada de decisão, é fundamental conhecer a fundo a situação financeira do seu negócio. Isso inclui:

  • Avaliar o fluxo de caixa
  • Mapear todas as dívidas
  • Revisar receitas e despesas fixas e variáveis
  • Identificar desperdícios ou gastos desnecessários

Esse diagnóstico permite visualizar gargalos, ajustar o orçamento e se preparar para negociações com fornecedores e bancos. Sem dados confiáveis, qualquer decisão pode ser precipitada.

2. Ajuste o orçamento com foco em prioridades estratégicas

Durante períodos de incerteza, é essencial rever o orçamento da empresa. A ideia é classificar os gastos entre essenciais e não essenciais e priorizar aquilo que mantém o negócio em funcionamento.

Ao realocar recursos de forma estratégica, sua empresa pode manter a eficiência operacional sem comprometer a sustentabilidade. O segredo está em cortar onde é possível, sem comprometer a qualidade ou a entrega.

3. Reforce o controle do fluxo de caixa

Ter um controle rigoroso do fluxo de caixa é uma das ferramentas mais importantes em tempos de crise econômica. Dependendo do porte da empresa, esse controle pode ser feito diariamente ou semanalmente.

Com esse acompanhamento, é possível:

  • Prever entradas e saídas
  • Antecipar possíveis desequilíbrios financeiros
  • Ajustar decisões sobre investimentos e cortes

Empresas que acompanham de perto suas finanças têm mais agilidade para agir e mais confiança para planejar o futuro.

4. Revise sua política de vendas e precificação

Em cenários de instabilidade, manter a receita é um desafio. Por isso, é hora de rever:

  • Estratégias promocionais (como descontos progressivos)
  • Itens de baixo giro ou margem apertada
  • Oportunidades de concentrar esforços em produtos/serviços mais lucrativos

Ajustar sua política comercial pode melhorar o faturamento sem comprometer a saúde financeira da empresa.

5. Planeje os tributos e invista em conformidade

planejamento tributário é uma das formas mais eficientes de proteger o capital da empresa. Escolher o regime tributário mais adequado (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) pode gerar economia relevante.

Além disso, manter as obrigações fiscais em dia, investir em compliance contábil e ter controles internos bem definidos evita multas, protege a reputação da empresa e contribui para uma gestão mais segura.

Conte com o suporte de uma contabilidade consultiva!

Manter uma reserva de emergência, analisar cuidadosamente antes de contratar crédito e ter o apoio de um contador consultivo são diferenciais importantes.

contabilidade consultiva permite transformar dados em estratégias, identificar tendências e tomar decisões com base em informações sólidas — e não em achismos.

Momentos de instabilidade exigem planejamento, controle e visão estratégica. Ao adotar essas práticas contábeis, sua empresa estará mais preparada para enfrentar desafios, aproveitar oportunidades e manter a competitividade no mercado.

Fonte de dados econômicos: adaptado de conteúdo do portal Contmatic.

De MEI a grande empresa: Passo a passo para cada fase do seu CNPJ

Se você está começando a empreender ou já possui um pequeno negócio, entender como funciona a evolução do seu CNPJ é essencial para garantir um crescimento sólido e sem complicações. Neste artigo, vamos explorar cada fase do CNPJ — desde o MEI até a grande empresa — e o que você precisa saber em cada etapa.

MEI (Microempreendedor Individual)

O MEI é a porta de entrada para quem deseja formalizar seu negócio de forma simples e com poucos custos. Para se tornar um MEI, seu faturamento anual não pode ultrapassar R$ 81.000,00, e você pode contratar no máximo um funcionário.

Vantagens:

  • Abertura simplificada e gratuita
  • Carga tributária reduzida (DAS mensal)
  • Acesso a benefícios previdenciários

Se o faturamento ultrapassar o limite anual ou você precisar contratar mais funcionários, será necessário migrar para ME.

ME (Microempresa)

A ME é ideal para negócios com faturamento anual de até R$ 360.000,00. Nessa fase, você já pode contratar mais de um funcionário e expandir suas operações.

Vantagens:

  • Opção pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real
  • Maior flexibilidade para contratar
  • Possibilidade de emitir notas fiscais para empresas de médio e grande porte

Quando o faturamento superar R$ 360.000,00 ao ano, é hora de migrar para EPP.

EPP (Empresa de Pequeno Porte)

A EPP é o próximo passo para negócios com faturamento anual entre R$ 360.000,01 e R$ 4.800.000,00.

Vantagens:

  • Maior capacidade de crédito junto aos bancos
  • Acesso a licitações públicas
  • Continuação no Simples Nacional, dependendo das atividades exercidas

Ao ultrapassar o faturamento de R$ 4.800.000,00, sua empresa precisa migrar para o porte de Empresa de Grande Porte.

Empresa de grande porte

Negócios com faturamento acima de R$ 4.800.000,00 são classificados como Empresas de Grande Porte. Nesse estágio, as obrigações fiscais e contábeis se tornam mais complexas.

Características:

  • Obrigatoriedade do Lucro Real ou Lucro Presumido
  • Maior burocracia contábil e fiscal
  • Forte atuação no mercado nacional e internacional

Nesta fase, é crucial ter uma contabilidade especializada para garantir conformidade e maximizar lucros.

Como planejar a transição entre cada faseL

  • Acompanhe seu faturamento mensal: Tenha um controle financeiro rigoroso com uma base de dados inteligente.
  • Tenha uma contabilidade parceira e estratégica: Ela será sua maior aliada em cada transição.
  • Prepare seu planejamento tributário: Cada fase do CNPJ traz mudanças nos impostos e é essencial ter um contador que te guie nessas mudanças.
  • Invista em estrutura e tecnologia: Crescimento exige processos eficientes. Automatizar e ter ferramentas de gestão são bons pontos para levar em consideração.

Conhecer cada fase do seu CNPJ é essencial para planejar o crescimento do seu negócio de forma estratégica. Desde o MEI até a grande empresa, cada etapa tem suas particularidades, vantagens e desafios. Acompanhe seu faturamento, busque orientação contábil e mantenha sua empresa em conformidade para alcançar desafios cada vez mais altos!

Conte com a nossa assessoria contábil. Entre em contato e vamos crescer juntos!

Entenda o que levou o governo a recuar com fiscalização do PIX

A Instrução Normativa nº 2.219/2024, que prevê a fiscalização do Pix para valores acima de R$ 5 mil mensais pela Receita Federal, foi revogada nesta quarta-feira (15). A medida teve forte repercussão negativa, alimentada por fake news e críticas nas redes sociais, o que levou o governo a recuar.

A proposta de fiscalização do  PIX acima de R$ 5.000 mensais pela Receita Federal foi revogada nesta quarta-feira (15), após forte repercussão negativa entre os contribuintes, inúmeras fake news e críticas nas redes sociais. A medida, que fazia parte da Instrução Normativa nº 2219/2024, tinha como objetivo ampliar o monitoramento de transações financeiras, incluindo fintechs e bancos digitais. Contudo, a medida acabou gerando desinformação e pressão pública​, já que a começaram a circular incontáveis fake news sobre uma nova taxação do Pix.

O debate em torno da medida ganhou força com a disseminação de vídeos sobre o tema e muitas fake news, reforçando principalmente a taxação do Pix e aumento de impostos para os contribuintes. O Contábeis recebeu diversos relatos de contadores parceiros afirmando que estão recebendo dezenas de ligações diariamente de seus clientes sobre essa possível taxação – que nunca sequer foi anunciada e não passava de informações falsas.

O posicionamento do governo e da própria Receita Federal envolveu vídeos desmentindo as informações falsas e pronunciamento de seus representantes desmentindo as cobranças do Pix, mas isso não foi suficiente para conter os danos. Internamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua equipe reconheceram que a falta de uma estratégia de comunicação clara contribuiu para o agravamento da crise​.

​O governo assumiu que houve uma sucessão de erros na divulgação da nova medida de fiscalização do Pix e, entre os motivos do recuo do governo, citam a possibilidade da manutenção da norma poder aprofundar a desconfiança da população no governo e impactar negativamente a imagem do Banco Central e da Receita Federal​ e também o risco de fuga de dinheiro do sistema financeiro.

​Agora, o governo pretende editar medida provisória sobre o assunto para garantir que nunca haja taxação do Pix.

Ficaremos atentos às futuras publicações oficiais sobre o tema para manter todos nossos clientes informados.

Fonte: Contábeis

A melhor forma de tributar seu restaurante: Lucro Presumido ou Simples Nacional?

A escolha da melhor forma de tributar uma empresa do setor alimentício, como restaurantes, lanchonetes e bares, depende de diversos fatores, especialmente da relação entre seu faturamento e a folha de pagamento.

Não podemos fornecer uma resposta definitiva sem antes analisar os dados específicos do seu estabelecimento. No entanto, quando um negócio fatura entre R$ 200.000 e R$ 250.000 por mês e a folha de pagamento corresponde a aproximadamente 17-20% desse faturamento, o regime de Lucro Presumido pode resultar em uma carga tributária menor.

Um aspecto pouco discutido é que muitos escritórios de contabilidade não são especialistas em Lucro Presumido. Por isso, frequentemente não conseguem realizar uma análise detalhada que demonstre o melhor cenário tributário para seus clientes.

No Lucro Presumido, a tributação sobre o comércio é geralmente menor. As alíquotas combinadas de PIS, COFINS, CSLL e IRPJ são frequentemente inferiores às alíquotas aplicadas no Simples Nacional para o mesmo estabelecimento. No entanto, o “vilão” desta relação pode ser o ICMS. Felizmente, existe uma tributação especial do ICMS para este segmento, que pode ser vantajosa.

Por fim, é importante ressaltar que muitos produtos nesse segmento estão sujeitos à substituição tributária. Portanto, a análise do cadastro desses produtos no sistema do cliente é fundamental para garantir a eficiência fiscal.

Nós, do WG Contabilidade, temos vasta expertise em tributação. Quer saber mais sobre como podemos ajudá-lo nesse processo? Fale com nossa equipe especializada!

Ponto de equilíbrio: o que é e qual a sua importância?

O ponto de equilíbrio — conhecido em inglês como break even point — é o valor exato, no balanço financeiro de uma empresa, em que o montante da receita cobre os custos fixos e variáveis. Ou seja, ao calculá-lo é possível saber quanto será necessário para cobrir o total de custos incorridos na produção e comercialização dos seus produtos e serviços.

  • Qual é a importância do ponto de equilíbrio na gestão empresarial?

    O valor do ponto de equilíbrio é importante para uma boa gestão empresarial porque, com ele, o empresário pode conhecer de perto a rentabilidade, a lucratividade e a viabilidade do seu negócio. Consciente do valor do ponto de equilíbrio, é possível saber de forma precisa onde sua empresa começa a ganhar ou perder dinheiro, além de quanto é preciso vender. Isso permite que o gestor se planeje melhor e preveja a necessidade de ajustar custos e capacidade de produção. O break even point também funciona como um importante indicador do quanto a empresa é sustentável ou não. Afinal, quanto menor for o valor para que o negócio fique no “zero a zero”, mais seguro é. E, quanto menos arriscado for um negócio, melhor para conseguir investimentos, crédito etc.
  • Quais as diferenças entre o ponto de equilíbrio financeiro, contábil e econômico?

    ponto de equilíbrio contábil é bastante utilizado por ser mais simples. Nele, divide-se o valor dos custos e despesas fixas pela margem de contribuição. O resultado é a receita necessária para igualar os gastos. 

    – Há duas variações do break even point. A primeira é o ponto de equilíbrio financeiro, no qual são excluídos dos custos fixos a depreciação dos ativos e outras despesas não desembolsáveis. Isso porque algumas empresas, em seus balanços anuais, incluem a depreciação como custo — por exemplo, se um ativo valia R$ 100 e agora vale R$ 70, esses R$ 30 perdidos entram na lista de custos ou despesas da empresa.

    Obs: Perceba que essa diferença é ignorada, pois o que importa são os gastos que representam um desembolso de dinheiro do caixa da empresa.

    – A outra variação é o ponto de equilíbrio econômico, no qual o custo de oportunidade é acrescido à soma. Trata-se de uma correção monetária a ser considerada junto com as despesas fixas. Se o empreendedor não investisse na empresa, ele poderia aplicar o seu dinheiro em um investimento que renderia, por exemplo – 15% ao ano.  O ponto de equilíbrio econômico considera essa margem, ou seja, você só “empata” quando pagar as despesas e tiver uma remuneração compatível ao percentual que o dinheiro renderia parado no mercado financeiro.

    Uma vez identificado o ponto de equilíbrio, a empresa pode realizar análises de sensibilidade para entender como mudanças nos custos, preços de venda ou volume de vendas afetam sua lucratividade. Isso permite tomar decisões estratégicas para otimizar a rentabilidade e a saúde financeira do negócio.

  • Se você está em dúvida sobre qual tipo de ponto de equilíbrio calcular para sua empresa, entre em contato com seu contador. Ele será o profissional mais indicado para te auxiliar nesse processo. Conte com o nosso time especializado!

5 dicas simples de como fugir da “malha fina” do Imposto de Renda 2024

O Imposto de Renda é uma obrigação legal estabelecida pelo Governo Federal e tem como principal função fazer com que o cidadão brasileiro (contribuinte) informe os seus rendimentos (tributáveis ou não) recebidos durante determinado período. Por ser um procedimento obrigatório e cheio de detalhes, grande parte da população deseja evitar erros na hora de declarar, a fim de afastar problemas fiscais futuros.

Em contrapartida, atenta a este movimento, a Receita Federal utiliza mecanismos para detectar inconsistências, omissões ou até mesmo fraudes de contribuintes, por meio do cruzamento de informações. Ou seja, tudo que o contribuinte informa na declaração do IR é comparado com o que outras pessoas, empresas ou entidades declararam em suas próprias prestações de contas ao Fisco.

O cruzamento de dados auxilia a Receita a detectar falhas e tentativas de omissão de informações. Geralmente, esses dados são chamados de “dedos-duros”, pois são declarações acessórias de instituições ou órgãos públicos, entidades e profissionais liberais. Nesse sentido, é indispensável ficar atento ao declarar informações que, se apresentarem alguma inconsistência, vão “dedurá-lo” à Receita.

Separamos 5 dicas essenciais para te auxiliar nesse processo. Vamos lá?

  1. Organize sua documentação: Mantenha todos os seus documentos financeiros organizados – incluindo recibos, comprovantes de despesas, extratos bancários e informações de rendimentos. Certifique-se de que todas as informações estejam corretas e atualizadas antes de iniciar a declaração do Imposto de Renda.
  2. Declare todas as fontes de renda e não omita rendimentos: Certifique-se de declarar todas as suas fontes de renda, incluindo salários, aluguéis, rendimentos de investimentos, entre outros. Não deixe de informar nenhum valor recebido durante o ano, mesmo que seja de fontes menores.
  3. Muita atenção aos valores declarados: Verifique cuidadosamente os valores declarados em sua declaração de Imposto de Renda e certifique-se de que correspondem aos valores informados pelos pagadores. Erros de digitação ou omissões podem levar à malha fina.
  4. Informe corretamente as despesas dedutíveis: Despesas médicas e educacionais inexistentes ou que não correspondem ao valor declarado, podem levar a uma malha fiscal. É importante guardar todos os comprovantes dessas despesas para comprovar a sua veracidade.
  5. Esteja atento às atualizações da Receita Federal: Fique atento às atualizações e mudanças nas regras do Imposto de Renda feitas pela Receita Federal. Mantenha-se informado sobre novas obrigações ou mudanças nos procedimentos de declaração para garantir que você esteja em conformidade com a legislação fiscal.

Nós do WG Contabilidade temos uma equipe especializada nisso. Traga seu IR para o WG e deixa que nós cuidamos disso pra você.

CFC solicita prorrogação de prazos para a regularização de débitos do Simples Nacional

Em ofício enviado ao Secretário Especial da RFB, Robinson Sakiyama Barreirinhas, nesta quarta-feira (31), a entidade informou que recebeu diversos pedidos relativos ao tema de profissionais da contabilidade de todo país, por meio dos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs).

No documento, o CFC ainda destacou que foi observado que o e-CAC vem apresentando instabilidades diárias, o que tem gerado dificuldades no processo de regularização e na emissão dos Documentos de Arrecadação de Receitas Federais (DARFs).

A entidade ainda pontuou que os contribuintes também encontraram dificuldades para aderirem aos programas de regularização tributária disponíveis. Houve problemas, por exemplo, para acesso ao ambiente da PGFN, o que impede a regularização ao Refis ou a outras modalidades de transações disponíveis. 

Esses problemas inviabilizam muitas empresas de realizarem o parcelamento de seus débitos e, consequentemente, ficarem aptas a se enquadrarem no Simples Nacional.

Quando o Valuation pode ser aplicado em seu negócio

Valuation não é algo tão complicado como muitos imaginam. Apesar de ser um assunto bastante técnico, é possível entender de forma fácil os pontos mais importantes desse método e como funciona o seu cálculo.

Então, se você é empreendedor, investidor ou se interessa por negócios em geral, vale a pena conferir este conteúdo!

O que é valuation?

Valuation ou “avaliação de empresas” é uma técnica utilizada para encontrar o valor de uma empresa, ação, imóvel ou qualquer outro ativo. Esse termo também é associado à ideia de preço justo. No entanto, precisamos entender que valor é algo muito subjetivo. Ou seja, o que é muito valioso pra você pode não ser para outra pessoa.

Então, para fazer a avaliação de um bem, é preciso contar com cálculos matemáticos, avaliar indicadores e outros recursos para determinar o seu preço de mercado.

Quando ele é indicado?

O Valuation é aplicável em vários negócios e, geralmente, é utilizado por empresas ou investidores nas seguintes situações:

  • Quando estão abrindo capital;
  • Passando por mudanças de sócios;
  • Colocando à venda parte do seu negócio;
  • Ou avaliando a sua performance financeira.

Conheça os principais tipos de valuation:

Fluxo de Caixa Descontado

Nesse tipo de avaliação, o principal recurso é o Fluxo de Caixa Descontado, ou seja, a sua capacidade de gerar dinheiro no futuro.  

Múltiplos de Mercado

É uma avaliação por comparação entre empresas do mesmo setor, por meio de alguns indicadores como, Preço/LucroEV/Ebitda e Dividend Yield.

Vale destacar, porém, que não é possível aplicar o método de múltiplos de mercado em todas as empresas/investimentos, já que eles precisam ter o mesmo modelo de negócio e atuarem no mesmo setor.

Valuation Contábil

Como o próprio nome indica, esse método tem como base os dados contábeis de uma empresa, mais especificamente o seu patrimônio líquido.

Valuation Pré-Investimento

Aqui, o foco está no valor antes de qualquer investimento de terceiros. Por exemplo: imagine que uma empresa aberta recentemente vale R$ 800 mil e que depois de um ano recebeu um investimento externo de 1 milhão de reais.

Nesse caso, o Valuation pré-investimento considera apenas a quantia inicial de R$ 800 mil.

Valuation Pós-Investimento

Diferentemente do anterior, esse método considera o resultado depois de um investimento, ou seja, o valor original mais a injeção de capital.

Passo a passo: aprenda como calcular valuation

Vimos que existem várias formas de calcular o Valuation de um negócio. E para simplificar o entendimento, veja esse exemplo de como usar o método de avaliação por múltiplos, que nesse caso será o Preço/Lucro:

  • Determine o valor de mercado da empresa: preço de uma ação multiplicado pela quantidade de ações no mercado;
  • Pesquise o último lucro líquido anual da empresa;
  • Por fim, para encontrar o múltiplo Preço/Lucro, divida o preço de mercado da ação pelo lucro encontrado.

Esse resultado indica o tempo necessário para recuperar o investimento nas ações de uma empresa. Nesse sentido, o investidor compara os resultados com outras do mesmo setor para avaliar qual é a opção mais vantajosa.

Atenção: é importante avaliar também a capacidade de geração de lucro no futuro. Não é seguro considerar apenas o resultado do último ano, mas a estimativa de crescimento nos anos seguintes.

Por que é importante fazer o valuation das empresas?

O Valuation é um método para encontrar o valor mais real possível de um negócio. Essa informação é útil para negociar uma participação societária, captar investimentos, entre outras situações em que o “preço justo” precisa ser considerado.

Nós do WG Contabilidade temos uma equipe especializada em análise de valores. Solicite uma proposta sem compromisso e entenda como esta ferramenta pode ser essencial no atual momento de seu negócio. Clique aqui e fale conosco.