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Atenção: a falta de uma contabilidade pode custar caro para o seu negócio!

Seja uma contabilidade financeira ou empresarial, é ela que será responsável pelo registro de todos os fatos e atos empresariais, dando transparência a qualquer negócio. A falta disso na gestão empresarial poderá resultar em problemas tanto à empresa, quanto aos sócios, administradores, contadores, etc.

No Brasil, é comum que administradores e gestores não deem a devida atenção à contabilidade empresarial. Essa negligência pode ter consequências graves, incluindo crime fiscal, que pode resultar em indisponibilidade dos bens dos sócios, multas, tributos, ingerência, falência, entre outros.

É fundamental que empresários e contadores conheçam a legislação e os possíveis crimes na área contábil.

Através desse conhecimento, é possível reduzir significativamente as chances de a empresa ser acusada de crimes, fraudes, erros dolosos ou problemas com a distribuição de lucros e rendimentos dos sócios. Portanto, zelar pela transparência nos negócios é essencial para manter a saúde financeira do empreendimento.

Algumas das consequências de negligenciar a contabilidade:

1) Pagamentos indevidos de impostos:

Sem um controle preciso das finanças, a empresa corre o risco de pagar mais impostos do que o devido. Isso pode ocorrer devido a erros nos cálculos, falta de aproveitamento de benefícios fiscais ou até mesmo sonegação fiscal, levando a multas pesadas e até ao fechamento do negócio.

2) Multas e penalidades:

A desorganização contábil pode resultar em multas aplicadas pela Receita Federal, INSS e outros órgãos públicos. Além disso, a empresa pode ser impedida de participar de licitações, obter crédito ou abrir novas filiais.

3) Dificuldades na tomada de decisões:

Sem informações financeiras precisas, é muito mais difícil tomar decisões estratégicas para seu negócio. Isso pode resultar em investimentos equivocados, perda de oportunidades e até o fracasso da empresa.

4) Problemas com bancos e fornecedores:

A falta de um histórico contábil confiável pode dificultar a obtenção de crédito e o relacionamento com fornecedores. Isso pode levar a atrasos nos pagamentos, multas por inadimplência e perda de fornecedores importantes.

5) Prejuízo à imagem da empresa:

A ausência de uma contabilidade bem-estruturada pode ser percebida como falta de profissionalismo e organização, prejudicando a imagem da empresa perante clientes, parceiros e investidores.

Para evitar esses problemas financeiros, é imprescindível contratar um profissional de contabilidade experiente e qualificado. Este especialista garantirá que a contabilidade da sua empresa esteja sempre em dia e em conformidade com a legislação, apurando impostos corretamente e evitando pagamentos indevidos. Além disso, ele poderá identificar e aproveitar benefícios fiscais, otimizando a carga tributária.

Com uma visão clara da saúde financeira do seu negócio, você tomará, consequentemente, decisões mais assertivas. Fale com o nosso time e conheça nosso portfólio com mais de 47 anos de atuação no mercado.

Recuperação de impostos: Como reduzir os custos fiscais da sua Empresa

A recuperação de impostos é uma estratégia fundamental para empresas que desejam aprimorar sua posição financeira e reduzir sua carga tributária. Neste texto, vamos apontar algumas estratégias essenciais e práticas recomendadas para ajudar o seu negócio a recuperar impostos pagos em excesso e maximizar os reembolsos fiscais.

1. Revisão de declarações fiscais anteriores

Uma maneira eficaz de identificar oportunidades de recuperação de impostos é revisar cuidadosamente as declarações fiscais anteriores da empresa. Isso envolve analisar minuciosamente todos os formulários de impostos, registros contábeis e transações financeiras para assim, identificar possíveis erros, deduções não reclamadas e créditos fiscais não utilizados.

2. Identificação de créditos fiscais e deduções

Uma parte importante da recuperação de impostos é identificar e aproveitar ao máximo os créditos fiscais e deduções disponíveis para a empresa. Isso pode incluir créditos fiscais para pesquisa e desenvolvimento, investimentos em tecnologia, treinamento de funcionários e despesas relacionadas à saúde e segurança no trabalho. Além disso, é crucial aproveitar todas as deduções permitidas pela legislação tributária, como despesas comerciais, depreciação de ativos e contribuições para planos de aposentadoria.

3. Utilização de regimes especiais de tributação

Existem diversos regimes especiais de tributação que podem beneficiar empresas em determinados setores e/ou segmentos. Por exemplo: empresas de tecnologia podem se qualificar para o regime de Incentivo à Inovação Tecnológica (Lei do Bem), enquanto empresas exportadoras podem se beneficiar do regime de Drawback. É importante estar ciente dessas oportunidades e avaliar se o negócio se enquadra para participar desses regimes especiais de tributação.

4. Negociação de parcelamentos e acordos de pagamento

Em casos em que a empresa possui débitos tributários, é possível negociar parcelamentos e acordos de pagamento com as autoridades fiscais. Isso pode ajudar a reduzir os encargos financeiros e proporcionar um “alívio: temporário do fardo tributário, permitindo que a empresa mantenha sua operação enquanto busca recuperar sua saúde financeira.

5. Assessoria profissional e consultoria tributária

Por fim, é altamente recomendável buscar a orientação de profissionais especializados em contabilidade e tributação para te auxiliar no processo de recuperação fiscal. Esses especialistas possuem o conhecimento e a expertise necessária para identificar oportunidades de economia fiscal, garantir conformidade com as leis tributárias e maximizar os benefícios fiscais para a empresa.

Quer saber mais sobre esse trabalho? Fale agora com o nosso especialista e conte com um suporte em um planejamento tributário estratégico.

A melhor forma de tributar seu restaurante: Lucro Presumido ou Simples Nacional?

A escolha da melhor forma de tributar uma empresa do setor alimentício, como restaurantes, lanchonetes e bares, depende de diversos fatores, especialmente da relação entre seu faturamento e a folha de pagamento.

Não podemos fornecer uma resposta definitiva sem antes analisar os dados específicos do seu estabelecimento. No entanto, quando um negócio fatura entre R$ 200.000 e R$ 250.000 por mês e a folha de pagamento corresponde a aproximadamente 17-20% desse faturamento, o regime de Lucro Presumido pode resultar em uma carga tributária menor.

Um aspecto pouco discutido é que muitos escritórios de contabilidade não são especialistas em Lucro Presumido. Por isso, frequentemente não conseguem realizar uma análise detalhada que demonstre o melhor cenário tributário para seus clientes.

No Lucro Presumido, a tributação sobre o comércio é geralmente menor. As alíquotas combinadas de PIS, COFINS, CSLL e IRPJ são frequentemente inferiores às alíquotas aplicadas no Simples Nacional para o mesmo estabelecimento. No entanto, o “vilão” desta relação pode ser o ICMS. Felizmente, existe uma tributação especial do ICMS para este segmento, que pode ser vantajosa.

Por fim, é importante ressaltar que muitos produtos nesse segmento estão sujeitos à substituição tributária. Portanto, a análise do cadastro desses produtos no sistema do cliente é fundamental para garantir a eficiência fiscal.

Nós, do WG Contabilidade, temos vasta expertise em tributação. Quer saber mais sobre como podemos ajudá-lo nesse processo? Fale com nossa equipe especializada!

Power BI e a análise de dados no controle financeiro

O controle financeiro é uma parte essencial da gestão de qualquer empresa, independentemente do seu tamanho ou setor. A capacidade de analisar e monitorar as finanças de perto é crucial para tomar decisões inteligentes e baseadas em dados reais. Nesse contexto, o Power BI surge como uma ferramenta poderosa na vida dos empresários.

A análise de dados permite que as empresas identifiquem padrões, tendências e insights ocultos nos seus dados financeiros, possibilitando uma tomada de decisão mais embasada e eficaz.

Como o Power BI facilita a análise de dados financeiros?

O Power BI simplifica e agiliza o processo de análise de dados financeiros de várias maneiras. São elas?

  1. Integração de dados: O Power BI permite a integração de dados de diversas fontes, como planilhas do Excel, bancos de dados SQL, serviços na nuvem (como o Microsoft Azure) e muitos outros. Isso significa que os dados financeiros “dispersos” podem ser compilados em uma única plataforma para análise.
  2. Visualizações interativas: Com o Power BI, você terá dashboards de fácil interpretação com visualizações de dados altamente interativas – como gráficos, tabelas dinâmicas e mapas geográficos. Essas visualizações permitem uma compreensão mais profunda dos dados e facilitam a identificação de tendências e padrões.
  3. Dashboards personalizados: O Power BI permite a criação de dashboards personalizados que fornecem uma visão consolidada e em tempo real do desempenho financeiro da empresa. Esses dashboards podem incluir métricas-chave, como: receitas, despesas, fluxo de caixa e indicadores de desempenho financeiro (KPIs).
  4. Análise preditiva e modelagem de dados: Além de fornecer insights sobre o desempenho financeiro atual, o Power BI também pode ser usado para análise preditiva e modelagem de dados. Isso significa que, além do próprio empresário ter essa visão, nossa equipe especializada consegue prever tendências futuras e simular cenários hipotéticos para orientação de nossos clientes.

Alguns casos de uso do Power BI no controle financeiro:

  • Análise de desempenho financeiro por período (mensal, trimestral, anual);
  • Monitoramento de fluxo de caixa e gestão de liquidez;
  • Análise de rentabilidade por cliente, produto ou segmento de mercado;
  • Identificação e mitigação de riscos financeiros;
  • Previsão de receitas e despesas;
  • Acompanhamento de orçamento e controle de custos.

Resumindo, o Power BI oferece às empresas uma poderosa ferramenta para análise de dados financeiros e suas respectivas tomadas de decisões. Ao implementar o Power BI, os empresários podem melhorar sua eficiência operacional, otimizando o desempenho financeiro e impulsionando o crescimento sustentável de seu negócio.

Quer fazer uma demonstração gratuita e entender mais sobre a ferramenta? Fale agora com nossa equipe especializada. O Power BI não é mais o futuro, é o presente e sua empresa deveria estar utilizando-o.

Ponto de equilíbrio: o que é e qual a sua importância?

O ponto de equilíbrio — conhecido em inglês como break even point — é o valor exato, no balanço financeiro de uma empresa, em que o montante da receita cobre os custos fixos e variáveis. Ou seja, ao calculá-lo é possível saber quanto será necessário para cobrir o total de custos incorridos na produção e comercialização dos seus produtos e serviços.

  • Qual é a importância do ponto de equilíbrio na gestão empresarial?

    O valor do ponto de equilíbrio é importante para uma boa gestão empresarial porque, com ele, o empresário pode conhecer de perto a rentabilidade, a lucratividade e a viabilidade do seu negócio. Consciente do valor do ponto de equilíbrio, é possível saber de forma precisa onde sua empresa começa a ganhar ou perder dinheiro, além de quanto é preciso vender. Isso permite que o gestor se planeje melhor e preveja a necessidade de ajustar custos e capacidade de produção. O break even point também funciona como um importante indicador do quanto a empresa é sustentável ou não. Afinal, quanto menor for o valor para que o negócio fique no “zero a zero”, mais seguro é. E, quanto menos arriscado for um negócio, melhor para conseguir investimentos, crédito etc.
  • Quais as diferenças entre o ponto de equilíbrio financeiro, contábil e econômico?

    ponto de equilíbrio contábil é bastante utilizado por ser mais simples. Nele, divide-se o valor dos custos e despesas fixas pela margem de contribuição. O resultado é a receita necessária para igualar os gastos. 

    – Há duas variações do break even point. A primeira é o ponto de equilíbrio financeiro, no qual são excluídos dos custos fixos a depreciação dos ativos e outras despesas não desembolsáveis. Isso porque algumas empresas, em seus balanços anuais, incluem a depreciação como custo — por exemplo, se um ativo valia R$ 100 e agora vale R$ 70, esses R$ 30 perdidos entram na lista de custos ou despesas da empresa.

    Obs: Perceba que essa diferença é ignorada, pois o que importa são os gastos que representam um desembolso de dinheiro do caixa da empresa.

    – A outra variação é o ponto de equilíbrio econômico, no qual o custo de oportunidade é acrescido à soma. Trata-se de uma correção monetária a ser considerada junto com as despesas fixas. Se o empreendedor não investisse na empresa, ele poderia aplicar o seu dinheiro em um investimento que renderia, por exemplo – 15% ao ano.  O ponto de equilíbrio econômico considera essa margem, ou seja, você só “empata” quando pagar as despesas e tiver uma remuneração compatível ao percentual que o dinheiro renderia parado no mercado financeiro.

    Uma vez identificado o ponto de equilíbrio, a empresa pode realizar análises de sensibilidade para entender como mudanças nos custos, preços de venda ou volume de vendas afetam sua lucratividade. Isso permite tomar decisões estratégicas para otimizar a rentabilidade e a saúde financeira do negócio.

  • Se você está em dúvida sobre qual tipo de ponto de equilíbrio calcular para sua empresa, entre em contato com seu contador. Ele será o profissional mais indicado para te auxiliar nesse processo. Conte com o nosso time especializado!

5 dicas simples de como fugir da “malha fina” do Imposto de Renda 2024

O Imposto de Renda é uma obrigação legal estabelecida pelo Governo Federal e tem como principal função fazer com que o cidadão brasileiro (contribuinte) informe os seus rendimentos (tributáveis ou não) recebidos durante determinado período. Por ser um procedimento obrigatório e cheio de detalhes, grande parte da população deseja evitar erros na hora de declarar, a fim de afastar problemas fiscais futuros.

Em contrapartida, atenta a este movimento, a Receita Federal utiliza mecanismos para detectar inconsistências, omissões ou até mesmo fraudes de contribuintes, por meio do cruzamento de informações. Ou seja, tudo que o contribuinte informa na declaração do IR é comparado com o que outras pessoas, empresas ou entidades declararam em suas próprias prestações de contas ao Fisco.

O cruzamento de dados auxilia a Receita a detectar falhas e tentativas de omissão de informações. Geralmente, esses dados são chamados de “dedos-duros”, pois são declarações acessórias de instituições ou órgãos públicos, entidades e profissionais liberais. Nesse sentido, é indispensável ficar atento ao declarar informações que, se apresentarem alguma inconsistência, vão “dedurá-lo” à Receita.

Separamos 5 dicas essenciais para te auxiliar nesse processo. Vamos lá?

  1. Organize sua documentação: Mantenha todos os seus documentos financeiros organizados – incluindo recibos, comprovantes de despesas, extratos bancários e informações de rendimentos. Certifique-se de que todas as informações estejam corretas e atualizadas antes de iniciar a declaração do Imposto de Renda.
  2. Declare todas as fontes de renda e não omita rendimentos: Certifique-se de declarar todas as suas fontes de renda, incluindo salários, aluguéis, rendimentos de investimentos, entre outros. Não deixe de informar nenhum valor recebido durante o ano, mesmo que seja de fontes menores.
  3. Muita atenção aos valores declarados: Verifique cuidadosamente os valores declarados em sua declaração de Imposto de Renda e certifique-se de que correspondem aos valores informados pelos pagadores. Erros de digitação ou omissões podem levar à malha fina.
  4. Informe corretamente as despesas dedutíveis: Despesas médicas e educacionais inexistentes ou que não correspondem ao valor declarado, podem levar a uma malha fiscal. É importante guardar todos os comprovantes dessas despesas para comprovar a sua veracidade.
  5. Esteja atento às atualizações da Receita Federal: Fique atento às atualizações e mudanças nas regras do Imposto de Renda feitas pela Receita Federal. Mantenha-se informado sobre novas obrigações ou mudanças nos procedimentos de declaração para garantir que você esteja em conformidade com a legislação fiscal.

Nós do WG Contabilidade temos uma equipe especializada nisso. Traga seu IR para o WG e deixa que nós cuidamos disso pra você.

IRPF 2024: rendimentos tributáveis, isentos e a importância da documentação adequada

Está se aproximando o início do envio da Declaração do IR deste ano. Ao abordar a complexidade da declaração , surge uma série de dúvidas relacionadas aos rendimentos passíveis de tributação. Indivíduos que auferiram ganhos tributáveis entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2023, superando o montante de R$ 30.639,90, devem obrigatoriamente submeter-se à declaração do IRPF 2024. É fundamental destacar a necessidade de detalhar todos os valores que integram a declaração, visando evitar inconsistências entre as informações prestadas e as fornecidas pelas fontes pagadoras, além de mitigar riscos de multas ou inclusão na malha fina. 

Além dos rendimentos tributáveis, é crucial compreender os rendimentos isentos ou não tributáveis, que não estão sujeitos à tributação do IR e, portanto, não são considerados no cálculo do imposto devido.

  • RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS

Os rendimentos tributáveis abrangem diversas categorias, cada uma sujeita à cobrança do Imposto de Renda. Na Declaração, existem fichas específicas destinadas a esses ganhos, os quais se dividem da seguinte forma:

  1. Rendimentos trabalhistas: englobando salários, horas extras, rescisões contratuais, remuneração de estagiários, entre outros. Esta categoria abrange também os rendimentos provenientes de microempresas e empresas individuais;
  2. Rendimentos de benefícios: incluindo férias, licenças remuneradas, premiações, participação nos lucros da empresa, entre outros;
  3. Rendimentos previdenciários: abarcando pensões e aposentadorias;
  4. Rendimentos de locação de imóveis: englobando valores provenientes de aluguéis, benfeitorias, arrendamentos, entre outros;
  5. Atividades rurais: compreendendo resultados da produção agrícola, pecuária, extração, exploração animal e vegetal;
  6. Royalties: originados do uso, exploração e comercialização de propriedade intelectual;
  7. Rendimentos no exterior: incluindo salários, pensões e dividendos de aplicações financeiras.
  • DECLARAÇÃO COMPLETA E SIMPLIFICADA

    Os rendimentos tributáveis devem ser declarados, obrigatoriamente,  tanto por quem optar pelo modelo simplificado quanto pelo completo. No modelo simplificado, aplica-se um abatimento padrão de 20% sobre a soma dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34, sendo o restante tributado pelo IR. Já no modelo completo, é possível obter abatimentos com gastos em saúde, educação e dependentes. Embora o desconto de imposto possa ser inferior a 20%, pode resultar em uma restituição maior ou em um imposto a pagar menor em comparação com a declaração simplificada.
  • RENDIMENTOS ISENTOS OU NÃO TRIBUTÁVEIS

    Os rendimentos isentos e não tributáveis são aqueles que não estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda, sendo assim excluídos do cálculo do imposto devido. Conforme orientação da Receita Federal, quem recebeu rendimentos nesta categoria, cuja soma excedeu R$ 200.000,00 no ano anterior, deve incluí-los na declaração de IR.

    Alguns exemplos desses rendimentos incluem:
    – Indenizações por rescisão de contrato de trabalho e valores provenientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ;
    – Parcela isenta de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão para indivíduos com mais de 65 anos;
    – Bolsas exclusivamente destinadas a estudos ou pesquisas, exceto quando associadas a trabalho, com exceções para médicos residentes e servidores participantes do Pronatec;
    – Ganho de capital na venda de residência, desde que reinvestido em outro imóvel residencial no Brasil em até 180 dias;
    – Rendimentos de poupança, letras hipotecárias, Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Certificado de Recebimento do Agronegócio (CRA), Certificados de Recebíveis Imobiliários  (CRI), entre outros;
    – Lucros e dividendos empresariais conforme a legislação;
    – Transferências de patrimônio, como doações e heranças;
    – Recebimento de seguro ou pecúlio por morte ou invalidez permanente, bem como prêmio de seguro restituído;
    – Bolsas estudantis voltadas exclusivamente para estudo e pesquisa, sem envolvimento em atividades remuneradas.

  • RENDIMENTOS SUJEITOS A TRIBUTAÇÃO EXCLUSIVA/DEFINITIVA NA FONTE

    Os rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva na fonte não afetam o valor do IR a ser declarado. O imposto retido na fonte não é reembolsado, tornando-os tributação definitiva. No entanto, é necessário declará-los.

    Alguns desses rendimentos são:
    – 13º Salário;
    – Ganho de capital na venda de bens e direitos;
    – Rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa (CDB, RDB, etc.);
    – Juros sobre Capital Próprio; entre outros.

    Simplifique sua vida financeira e não perca o prazo! Deixa que nossa equipe cuida disso para você. Traga seu imposto de renda para o WG.

O impacto da contabilidade estratégica no crescimento empresarial

A contabilidade estratégica é muito mais do que apenas registrar transações financeiras. Ela é uma ferramenta poderosa que pode impulsionar o crescimento e o sucesso de uma empresa. Quando utilizada de forma inteligente, a contabilidade não apenas fornece informações precisas sobre a saúde financeira da empresa, mas também orienta as decisões empresariais e ajuda a identificar oportunidades de crescimento.

Uma das maneiras pelas quais a contabilidade estratégica impacta o crescimento empresarial é através da análise de dados financeiros. Ao monitorar de perto receitas, despesas, fluxo de caixa e outros indicadores financeiros chave, os gestores podem identificar tendências, padrões e áreas de oportunidade. Isso permite que tomem decisões informadas e estratégicas para otimizar os recursos e impulsionar o crescimento.

Além disso, a contabilidade estratégica desempenha um papel fundamental no planejamento financeiro e na definição de metas e objetivos realistas. Ao estabelecer orçamentos, projetar fluxos de caixa e avaliar o desempenho financeiro futuro, os gestores podem criar uma base sólida para o crescimento sustentável da empresa. Isso ajuda a evitar surpresas financeiras desagradáveis e a manter a empresa no caminho certo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

Outro aspecto importante da contabilidade estratégica é sua capacidade de fornecer insights valiosos sobre a rentabilidade e eficiência operacional da empresa. Ao analisar os custos de produção, margens de lucro e outros indicadores financeiros, os gestores podem identificar áreas onde melhorias podem ser feitas para aumentar a eficiência e reduzir os custos. Isso não apenas impulsiona a rentabilidade, mas também cria uma base mais sólida para o crescimento futuro.

Concluindo, a contabilidade estratégica desempenha um papel essencial no crescimento empresarial, fornecendo informações precisas, orientando as decisões empresariais e identificando oportunidades de crescimento. Ao adotar uma abordagem estratégica para a contabilidade, as empresas podem melhorar sua saúde financeira, aumentar sua rentabilidade e alcançar seus objetivos de crescimento a longo prazo.

Seu contador tem atuado lado a lado com você? Se você ainda não é nosso cliente, te convidamos a conhecer nossa história! São mais de 45 anos de experiência com um vasto portfólio de serviços! Entre em contato com os nossos especialistas.

Contabilidade Consultiva: Como ela pode transformar sua Empresa?

Falamos muito sobre essa abordagem, mas você sabe exatamente o que é e como ela pode impactar positivamente um negócio?

Ao longo dos anos a Contabilidade evoluiu e sofreu grandes mudanças, todas elas necessárias para a evolução das empresas e para acompanhar a complexidade dos negócios atuais.

Anos atrás, as escriturações ainda eram feitas manualmente, notas fiscais eram emitidas em folhas com papel carbono e vias coloridas, processos datilografados e salvos em disquetes e m² preenchidos por várias caixas de arquivos. Após inúmeras transições, a contabilidade deixou de ser um mero registro de conformidades, gerando insights valiosos aos empresários e trazendo uma abordagem mais estratégica, apoiando tomadas de decisões e melhorando o desempenho dos negócios como um todo.

Essa contabilidade mais próxima do cliente é chamada de Contabilidade Consultiva e é vista como o futuro da profissão.

Diferente da abordagem da contabilidade tradicional, na consultiva, além de cumprir a lei, o contador assume uma posição de um parceiro estratégico, inserindo a tecnologia nas rotinas internas, fornecendo meios para facilitar processos e a captação da análise de dados. Os profissionais envolvidos na consultoria vão analisar os dados, registros e todas as movimentações do seu negócio para oferecer as melhores soluções para o desenvolvimento da sua empresa. Para isso, é importante que eles entendam e acompanhem o dia a dia empresarial, estabelecendo uma verdadeira parceria com você, dono do negócio. 

Como você imagina seu negócio daqui a 5 anos? Sabe exatamente o que fazer para alcançar seus objetivos? Consegue usar os dados a seu favor?

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O que muda com a nova faixa de isenção de Imposto de Renda sancionada pelo Governo

O governo federal sancionou recentemente a lei que atualizou a base da tabela progressiva do Imposto de Renda: a faixa de isenção passou de R$ 1.903,98 para R$ 2.112,00. A mudança já havia entrado em vigor por meio de uma Medida Provisória publicada em maio, mas agora tem força de lei e já vale para a temporada do IR 2024.

Com a alteração, a Receita Federal vai utilizar um novo desconto simplificado mensal de R$ 528 na fonte para operacionalizar a nova faixa de isenção — que passa a ser de R$ 2.640 — o valor é equivalente ao dobro do novo salário mínimo, de R$ 1.320.

O efeito prático da correção é o seguinte: cerca de 13,7 milhões de contribuintes pessoas físicas vão deixar de pagar o Imposto de Renda, segundo projeção da Receita Federal.

O governo prometeu subir a isenção ainda mais, para R$ 5 mil, até 2026 — ano em que termina o terceiro mandato de Lula. Siaba, a seguir, tudo sobre a nova faixa de isenção.

Defasagem da tabela

O último ajuste integral da tabela de IR ocorreu em 1996 e, de lá para cá, a desafagem acumulada atingiu 155%, considerando o IPCA até maio de 2023, conforme dados mais recentes da Unafisco Nacional (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal).

A última atualização foi parcial, há oito anos, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), quando se fixou a faixa atual de isenção em R$ 1.903,98.

A nova tabela progressiva já está em vigor desde 1º de maio de 2023.

O que é a nova dedução?

Para operacionalizar a nova faixa de isenção de R$ 2.640 anunciada pelo governo, a Receita Federal ampliou a faixa inicial da tabela progressiva para R$ 2.112 e adotou um novo mecanismo de dedução simplificada de R$ 528.

Assim, com o desconto simplificado, quem ganha até R$ 2.640 não pagará nada de IR, nem na fonte, nem na declaração de ajuste anual.

Como uma alternativa às deduções já existentes, como previdência, dependentes, pensão alimentícia, entre outros, o contribuinte pode optar por usar desconto simplificado mensal, correspondente a 25% da faixa inicial da tabela progressiva, os R$ 2.112, ou seja de R$ 528, conforme detalha Danielle Bibbo, sócia-diretora de impostos da KPMG.

Qual é a finalidade da dedução?

Considere uma pessoa que não tenha muitas despesas e não precise deduzir muitos itens e optar pelo modelo simplificado. “Caso as deduções do contribuinte não chegarem a R$ 528, será possível optar por usar essa dedução simplificada”, exemplifica Bibbo.

Giuliana Burger, advogada tributária do Velloza Advogados, explica que o desconto simplificado costuma ser aplicado no formato anual pelo empregador, que calcula o mesmo para seu funcionário.

“Quem precisa calcular em bases mensais seu rendimento pode fazer essa dedução todo mês, como autônomos ou quem recebe rendimento de aluguel”, diz.

A medida será opcional: quem tem direito a descontos maiores pela legislação atual, como dedução pela previdência, dependentes e pensão alimentícia, não será prejudicado.

Fonte: Infomoney