5 indicadores financeiros para a sua Empresa

A pandemia da Covid-19 impactou a economia global como nenhuma outra crise desde a Segunda Guerra Mundial. Embora haja sinais de recuperação à frente, ainda existem incertezas em diversos âmbitos.

O último ano mostrou que nenhuma empresa está imune a riscos. As crises financeiras costumavam levar tempo para se desenvolver e impactar países, setores e empresas. Hoje, chegamos com uma velocidade vertiginosa.

O diretor comercial da Euler Hermes, empresa de seguro de crédito, Luciano Mendonça, reforça que estabelecer bases sólidas para um futuro próspero, implica em realizar um monitoramento rigoroso do desempenho financeiro da empresa hoje, para agir de forma rápida e prevenir situações catastróficas amanhã.

“A sobrevivência nessas circunstâncias depende da capacidade de reação rápida e inteligente por parte da gestão. Manter todos os indicadores financeiros sob controle é fundamental, pois só assim é possível saber o que pode ser feito e o que deve ser evitado”, aconselha.

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Pensando nisso, confira abaixo 5 indicadores mais importantes e que podem auxiliar na avaliação da saúde da sua ou suas empresas:

1: Necessidade de capital de giro (NCG)

A NCG é o valor mínimo que o seu negócio deve ter em caixa para garantir seu funcionamento. Fornece uma avaliação em tempo real da posição de caixa da empresa, indicando até que nível você pode lidar (ou não) com um evento imprevisto, como atraso de pagamento ou inadimplência.

Como calcular a NCG? Necessidade de capital de giro líquido = estoque + contas a receber – contas a pagar

Dica: uma NCG negativa (menos de 1) sinaliza que os fundos de saída necessários para as operações excedem as fontes de entrada do negócio. Por outro lado, uma NCG positiva (entre 1,5 e 2) é um sinal de que a empresa tem alta liquidez e que não precisará de empréstimos para satisfazer as necessidades de curto prazo.

 2: Índice de endividamento

É a proporção dos ativos de uma empresa que são financiados por dívidas. Este índice mede a extensão da alavancagem do seu negócio. Acompanhando atentamente este indicador, você pode olhar para o futuro com tranquilidade e tomar decisões totalmente embasadas.

Por exemplo, se comprar uma máquina específica é essencial para o crescimento do negócio, você pode optar por financiar a compra tomando um novo empréstimo ou trazendo novos investidores para o capital da empresa.

Essas duas estratégias são bem distintas e terão impactos específicos no seu negócio, daí a necessidade de apoiar suas decisões em indicadores quantitativos. O cálculo desse índice também fornece uma visão sobre seu fluxo de caixa e independência financeira.

Como calcular o índice de endividamento? Índice de endividamento = dívidas totais / ativos totais

Um índice de endividamento superior a 100% indica que a empresa tem mais dívidas do que ativos, enquanto um índice de endividamento inferior a 100% indica que a empresa possui mais ativos do que dívidas.

3: Ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio é um indicador que mostra o limite além do qual você começará a ganhar dinheiro.

Embora o ponto de equilíbrio seja sempre acompanhado quando um negócio está começando, às vezes pode acabar caindo em esquecimento quando a empresa está funcionando. Ainda assim, esse KPI precisa ser revisitado, pois muda constantemente em resposta a diferentes fatores: desde custos mais altos com fornecedores até uma folha de pagamento maior.

Como calcular seu ponto de equilíbrio? Ponto de equilíbrio = custos fixos / margem de lucro bruto

Dica: o ponto de equilíbrio é alcançado quando as receitas são iguais aos custos totais. Com base neste indicador, você pode ajustar seus custos de produção para obter lucro mais cedo.

4: Fluxo de caixa

“Fluxo de caixa” refere-se ao movimento de dinheiro para dentro e para fora da empresa. Por exemplo: operações, investimento e financiamento. O fluxo de caixa livre reflete o dinheiro que você tem disponível.

Uma previsão de fluxo de caixa é baseada nas estimativas desses movimentos no futuro. Ao atualizar sua previsão, digamos semanalmente ou mesmo diariamente, sua avaliação das próximas despesas e receitas estará intimamente alinhada com a situação real do seu negócio.

Como calcular o fluxo de caixa? Fluxo de caixa livre = lucro líquido + depreciação / amortização – variação no capital de giro – despesas de capital.

Dica: a previsão de fluxo de caixa está sempre evoluindo e, portanto, deve ser revisada pelo menos uma vez por semana.

5: Margem de lucro

Representa a porcentagem das vendas que se transformou em lucros. Existem vários tipos de margem de lucro. As principais são:

Margem de lucro bruto: diferença entre a receita de vendas e o custo de produção.

Margem de lucro operacional: a porcentagem do lucro produzido por uma empresa a partir da sua receita total e após o pagamento do custo variável, antes do pagamento de impostos ou juros.

Margem de lucro líquido: a porcentagem do lucro produzido por uma empresa após o pagamento dos custos variáveis e impostos/juros.

Você pode usar esses KPIs para estimar o lucro gerado pela sua empresa. A margem é ditada por diversos fatores, como o tamanho da empresa e o volume de produção. De modo geral, à medida que os volumes de vendas aumentam, também aumenta a margem de lucro.

Como calcular a margem de lucro? Margem de lucro bruto = receita total – custo de produção; Margem de lucro operacional = lucro operacional / receita; Margem de lucro líquido = lucro líquido / receita líquida.

Dica: Como a previsão do fluxo de caixa, sua margem de lucro está sempre mudando em resposta a uma ampla gama de fatores, desde descontos por volume até custos de produção. Acompanhar esse KPIs diariamente permitirá que você faça ajustes rápidos e se mantenha na direção dos seus objetivos.

Ficou com alguma dúvida? Nós podemos te ajudar! Com uma contabilidade consultiva atrelada a uma assessoria empresarial, é possível manter esses indicadores sempre em perfeita harmonia. 😉 Conte conosco!

Fonte: Euler Hermes

CLT – PJ: O que muda nessa relação?

Em muitos casos, funcionário e empregador se veem em um dilema com relação ao regime de contratação mais adequado para cada caso. Há empresas que já adotam um certo padrão e não existe possibilidade de discutir sobre o tema, mas em determinadas situações é possível colocar na balança os prós e contras de cada opção e verificar o que compensa mais: CLT ou PJ. E ainda há casos em que abrir empresa pode ser a melhor solução. Neste caso, o então empregado abdica dessa condição para poder ter seus próprios clientes e controlar seu negócio.

Para começar a verificar qual é a melhor opção – CLT ou PJ -, é necessário compreender que não existe uma regra. Diversas variáveis podem influenciar nessa decisão e no rumo a se tomar. Alguns exemplos são objetivos futuros, estabilidade financeira, possibilidade de crescimento, importância de um plano de carreira, metas pessoais, entre muitos outros fatores. Posto isso, a primeira coisa a se fazer é traçar seu perfil respondendo a alguns desses tópicos. Com isso, as características de cada regime vão ficar mais claras dentro de seus respectivos objetivos.

Depois, é importante entender os conceitos e algumas das principais características dos dois modelos de contratação. Então, vamos lá:

CLT ou PJ? Entenda os conceitos

CLT

A sigla significa Consolidação das Leis do Trabalho e surgiu no Dia do Trabalho, em 1º de maio de 1943. Foi desde então considerada uma grande conquista da sociedade brasileira. E foi a partir desse momento que a relação dos trabalhadores com as empresas contratantes foi regulamentada.

Neste regime de contratação, o funcionário pode desfrutar de alguns benefícios estabelecidos pela lei, como férias, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), plano de saúde, vale-refeição, vale-transporte, entre outros. Há uma segurança maior quanto à remuneração e algumas vantagens no caso de demissão, como FGTS e multa por rescisão.

Mas nem tudo são flores. Analisando apenas essas vantagens, a opção mais interessante parece óbvia. Mas também há algumas desvantagens importantes, dependendo da situação e do seu objetivo. A primeira que salta à vista é que, apesar dos benefícios, o salário registrado na carteira não é o dinheiro que cai na mão do funcionário – é sempre menor. Isso porque o INSS, imposto de renda e em alguns casos os vales são descontados do valor que ele recebe.

Outro ponto a ser considerado é que quem trabalha com registro em carteira precisa ter uma rotina fixa e um horário determinado a cumprir, o que, via de regra, não pode acontecer com prestadores de serviço que são PJ.

PJ

Sendo contratado como Pessoa Jurídica (PJ), a situação do funcionário é completamente diferente. O salário acordado não tem desconto, mas ele também não pode desfrutar dos benefícios oferecidos ao CLT. Neste caso, ele mesmo tem que arcar com alguns possíveis custos, como alimentação, transporte, planos de saúde, entre outros. Então, é importante alguns desses pontos já serem considerados na hora de se combinar valores e se considerar este modelo.

Por outro lado, apesar de não ter os benefícios à disposição, que são concedidos normalmente só a quem trabalha com carteira registrada, o PJ também não precisa cumprir jornada de trabalho fixa ou até mesmo receber ordens de superiores. Em tese, é um acordo de prestação de serviços. Então ele deve apenas cumprir o que foi estabelecido em contrato, logo, tem mais liberdade no trabalho.

Uma preocupação de quem trabalha como Pessoa Jurídica deve ser pensar no futuro. Como não tem direito a FGTS, é importante guardar um dinheiro todo mês. A pessoa vai precisar saber administrar bem esse lado financeiro para não se perder. A aposentadoria pode ser outro aspecto a ser dado muita atenção. É necessário pensar em uma forma de contribuir com o INSS para não ficar totalmente desamparado lá na frente, e é aí que começa a entrar a ideia de se formalizar e regularizar suas rendas.

Abrir empresa: uma necessidade positiva

Um ponto muito importante para quem decide trabalhar como Pessoa Jurídica é ter atenção com a regularização do dinheiro que recebe. O que acontece muito ainda hoje em dia são profissionais que atuam como PJ, mas não possuem nenhuma forma de declarar seus ganhos e nem de comprovar sua renda. Desta forma, além de não contribuir com o INSS, isso pode trazer sérios problemas com a Receita Federal, que está cada vez mais apertando o cerco com relação à sonegação de impostos.

A boa notícia é que hoje em dia há muitas boas opções para se formalizar, abrir empresa a partir de vários modelos que podem se adaptar a um determinado perfil de profissional. O MEI (Microempreendedor Individual), por exemplo, pode ser uma boa alternativa para quem está faturando até R$ 81 mil por ano. Este modelo também tem limitações com relação à atividade, mas permite muitas opções. Vale a pena pesquisar.

E se o MEI não funcionar?

Se o MEI não funcionar, há ainda outras alternativas de empresas sem sócios. O Empresário Individual e a EIRELI  já são tipos que permitem um faturamento bem mais confortável. Cada um tem suas características próprias também. O Empresário Individual, por exemplo, permite que o negócio possa começar sem um capital social pré-determinado. Mas esse modelo não segrega os bens da pessoa física e da pessoa jurídica. Já a EIRELI é um modelo que separa os bens das duas pessoas no caso de uma disputa judicial. Porém, ela só é permitida abrir empresa com um capital social de, no mínimo, cem salários mínimos, devidamente integralizados. Este valor, hoje está em R$ 110.000,00.

Mas trabalhar com empresa aberta pode trazer muitas vantagens ao profissional. Além de poder começar o próprio negócio e ter vários clientes, possibilita que o leque de atividades seja ampliado, que tente se conciliar outros trabalhos em função do horário possivelmente mais flexível e, consequentemente, uma chance interessante de aumentar a renda mensal.

Fora isso, a pessoa jurídica tem algumas facilidades, como descontos em planos de saúde, em compras de carros, em planos de telefonia, entre outras.

Qual o melhor tipo de empresa para o meu negócio?

O ideal é fazer uma pesquisa e analisar todas as possibilidades. Deve-se fazer as contas e definir se vale mais a pena trabalhar como CLT ou PJ. Sendo PJ, sempre lembrar de considerar a formalização e as vantagens que vêm com ela. Neste aspecto, consulte um profissional que possa lhe orientar com relação ao melhor modelo a ser escolhido, de acordo com o seu perfil de profissional e empreendedor.

Quer entender mais sobre os modelos CLT ou PJ? Consulte a nossa equipe de profissionais da WG Contabilidade!

INTEGRAÇÃO CONTÁBIL e suas vantagens

Como melhorar a integração contábil da empresa

A integração contábil é uma ferramenta que tem como objetivo aumentar o índice de produtividade da sua assessoria de contabilidade. Isso é feito por meio da inovação e praticidade provenientes das boas práticas que utilizam a tecnologia a favor do negócio.

Fazer o fechamento da contabilidade empresarial – muitas vezes – é um trabalho que requer paciência e atenção.

Caso haja documentos faltantes dos clientes, ou mesmo se as informações forem enviadas incompletas ou erradas, todo o serviço acaba ficando atrasado. E, a boa notícia é que toda essa dor de cabeça pode ser evitada com o uso de um software adequado, que possibilita agilizar os processos burocráticos.

Neste artigo, vamos explicar do que se trata o conceito de integração contábil e dar algumas dicas práticas para colocá-la em prática. Confira!

O que é a integração contábil e quais são as suas vantagens?

A integração contábil é responsável por automatizar o recebimentos dos dados relacionados às obrigações fiscais para a sua assessoria de contabilidade. Com isso, a qualidade dos processos entre o contador e o cliente é amplamente intensificada. Os resultados são o aumento na produtividade e a melhoria na organização do escritório.

Apontaremos todas as vantagens a seguir:

Mais facilidade e rapidez

Levando em consideração que o software é alimentado com os dados que são recebidos durante o mês, não há necessidade de fazer nenhum trabalho extra ou retrabalho. Por essa razão, a maior parte das tarefas manuais, que acabam tomando bastante tempo da sua equipe, serão otimizadas.

Todas as informações ficam disponíveis dentro do próprio sistema, propiciando que o acesso seja feito pelo contador quando for necessário – além do controle total da Empresa nas informações.

Maior precisão e melhor gestão da contabilidade

Com a integração contábil, não é mais preciso digitar manualmente os lançamentos. Dessa maneira, o risco de registrar incorretamente as informações é totalmente eliminado. As movimentações — que são importadas de maneira automatizada — trazem mais exatidão às atividades de conciliação contábil e apuração de impostos.

O controle e a organização adequada das informações facilitam a avaliação e o exame da performance financeira do empreendimento por parte do contador. À vista disso, com o ganho de agilidade e simplicidade de acesso aos dados, a assessoria contábil é capaz de oferecer um melhor serviço consultivo aos seus clientes.

Aumento da produtividade

A automação de grande parte das tarefas diárias faz com que o tempo otimizado possa ser usado no desenvolvimento de um planejamento estratégico. Por exemplo, é possível aumentar a quantidade de atendimentos sem que a qualidade dos serviços ofertados seja reduzida.

É perceptível o quanto a integração contábil auxilia a atuação das assessorias de contabilidade. Isso porque ela faz com que o tempo usado em tarefas braçais seja aplicado em ações realmente úteis e estratégicas, aproveitando muito melhor os talentos do seu time.

Redução das trocas de informações desnecessárias

Com a intermediação do sistema, os profissionais da contabilidade conseguem acessar as informações e os documentos que precisam para realizar determinada tarefa. Mesmo que apareçam dúvidas, eles mesmos podem procurar os documentos escaneados,

bem como todos os seus registros detalhados.

Diminuição de despesas com motoboy

Esporadicamente, alguns documentos originais ainda têm necessidade de serem encaminhados.

Mas, felizmente, a maior parte do intercâmbio será feito eletronicamente, diminuindo substancialmente as despesas com deslocamento.

Simplificação na emissão do Sistema Público de Escrituração Contábil (SPED)

Considerando que todas as informações financeiras e contábeis da empresa já estarão devidamente digitalizadas e organizadas, a emissão do SPED será muito mais simples e ágil, facilitando esse processo.

Economia de gastos com contratação de profissional

O gestor economizará recursos financeiros, visto que não será mais preciso contratar profissionais especialistas no assunto para atividades que serão feitas automaticamente pela plataforma.

Como fazer o processo de integração contábil empresarial?

Conte com o auxílio de ferramentas

A integração contábil precisa dar conta da comunicação com o software utilizado na assessoria de contabilidade.

Isso garantirá que as informações extraídas do ERP do cliente sejam importadas no formato adequado. Assim, não será necessário reorganizá-las e procurar por dados perdidos.

Utilize o sistema de informação adequado

A plataforma é a ferramenta principal que esse profissional usa. É por meio do software que a contabilidade completa é assegurada, com a prestação de um serviço de qualidade. Para tanto, é preciso que as informações seja qualificadas, permitindo o encaminhamento de forma objetiva e criando transparência na origem dos dados.

Realize uma transferência simples e integral das movimentações financeiras

Cada um dos seus clientes identificará suas informações financeiras de um modo distinto. Para dar mais agilidade à conciliação contábil, essa integração precisa possibilitar que o planejamento de contas seja repassado do seu software para dentro do sistema conciliatório.

Desse jeito, fica viável usá-lo como uma estrutura de suporte na conexão das classes financeiras do cliente. O processo descomplica a concepção do arquivo de movimentação financeira que deve ser passado à plataforma contábil, visto que os dados já estarão classificados do jeito certo.

Com esse conteúdo, é notório enxergar do que se trata a integração contábil e quais são as vantagens que ela traz para o seu negócio.

Procure contar com um profissional especializado para ajudá-lo na integração contábil da sua Empresa. Ele terá conhecimento necessário para sugerir e indicar soluções inteligentes na gestão de suas informações. Afinal de contas, trata-se de uma grande responsabilidade quando o assunto é cuidar da rotina administrativa e financeira de uma instituição, sendo ela de pequeno, médio ou grande porte.

Se você quer acrescentar agilidade, eficiência, transparência e segurança aos seus processos contábeis, entre em contato com a WG CONTABILIDADE e conheça nossos serviços.

Tipos de Sociedades: Saiba como escolher a melhor sociedade para sua Empresa

Sociedade empresária é a junção de duas ou mais pessoas buscando exercer atividade econômica visando lucro, podendo ser essas pessoas físicas ou jurídicas.

Muitos ainda desconhecem todos os tipos de sociedade disponíveis e, quando conhecem, ficam na dúvida de qual atende as reais necessidades de seu negócio. Explicaremos cada uma delas nesse post.

Sociedade Simples: Voltada para parcerias profissionais que prestam serviços – ou seja, os próprios sócios exercem as atividades da empresa (médicos, advogados…) Além disso, eles devem possuir registro em órgão de classe, como o CREMESP (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), por exemplo – no caso dos médicos, OAB para advogados, CRC para contadores, e por ai vai.

Diferentemente das outras sociedades empresariais que exercem atividade comercial ou empresarial, a simples não necessariamente precisa ser registrada na junta comercial.

Sociedade Limitada:  É uma empresa criada de acordo com o investimento de cada sócio na formação do capital social. Normalmente é constituída por dois ou mais sócios – e até mesmo por outra empresa – sendo que cada um deles é responsável pelo percentual de capital social investido.  

A empresa pode ser constituída por membros de uma família ou uma sociedade anônima, de forma que um desses sócios seja o responsável legal pela empresa. Para essa cláusula, vai especificado no Contrato Social de constituição da empresa essa informação. Diferentemente da sociedade simples pura, a  sociedade limitada é registrada na junta comercial correspondente ao estado de abertura. Apenas chamamos a atenção que quando família (marido e esposa) com regime de casamento em comunhão total de bens, neste caso estes dois membros da mesma família não poderão constituir este tipo de sociedade.  

Sociedade Limitada Unipessoal: Este novo formato surgiu através da medida provisória 881/2019 (já sancionada por lei).

A Sociedade Unipessoal Limitada tem características muito parecidas com as da EIRELI, mas difere em alguns aspectos. Uma das diferenças mais relevantes é sobre a obrigatoriedade da integralização de capital social no momento da constituição.  Na EIRELI, é preciso abrir com um mínimo de 100 salários mínimos, o que não é necessário para abrir a Sociedade Unipessoal Limitada. A questão aqui é que, apesar de ter “sociedade” no nome, a Unipessoal pode ser constituída somente por uma pessoa e mantém a característica de “limitada” – que é justamente o fato que protege o patrimônio particular do sócio.

Sociedade em Nome Coletivo: A Sociedade em Nome Coletivo trata-se de um tipo societário em que os sócios são solidários e respondem ilimitadamente pelas dívidas da empresa. Neste caso é possível que a dívida da empresa atinja o patrimônio dos sócios. Conforme o Art. 1039 do Código Civil, a sociedade só pode ser constituída por pessoa física – ou seja, não pode ser administrada por terceiros, de forma que os sócios podem, na constituição, limitar entre si a responsabilidade de cada um.  

Sociedade em Comandita Simples: Neste tipo de sociedade empresária, os sócios são divididos em duas formas:

Os comanditários, que são pessoas física e possuem responsabilidade pelas obrigações fiscais do negócio.  Os comanditários, que são obrigados somente pela sua quota. É importante ressaltar que na elaboração desse contrato, será preciso discriminar essas duas categorias, além de aplicar as normas que são necessárias no modelo de Sociedade em Nome Coletivo.  

Sociedade Comandita por Ações: Possui seu capital dividido por ações ou cotas, igual na Sociedade Anônima. Mas neste caso somente os sócios administradores, denominados diretores e escolhidos previamente na ata de constituição da sociedade, possuem responsabilidades ilimitadas.

Sociedade Anônima:  É a mais comum no Brasil. Composta por dois sócios ou mais, seu capital social é dividido por ações ou cotas. Este tipo de sociedade possui uma certa complexidade e geralmente já está mais amadurecida. Os sócios possuem o objetivo de acumular capital.

O capital dessa sociedade pode ser de duas formas: aberto, quando o valor pode ser negociado na bolsa de valores, ou fechado, quando o valor não é negociável na bolsa de valores. Neste modelo de sociedade os nomes não são associados à composição da empresa e, sim, às ações ou cotas. Cada sócio tem sua responsabilidade de acordo com seu percentual. Para a constituição de uma empresa com menos complexidade e exigências, é recomendável a Sociedade Limitada.

Sociedade Cooperativa: Associação que até 2003, era composta por, no mínimo, 20 (vinte) pessoas com o mesmo objetivo. Após a aprovação da Lei 10.406/2002, artigo 1.094, Inciso II deixou de ter um número mínimo de associados, mantendo-se de forma organizada economicamente e democrática, sem exceder os limites de respeito dos direitos e deveres de cada um de seus cooperados.

Tem a finalidade de prestar serviços e sem fins lucrativos.

Possui também uma classificação: Singulares: composta por pessoas físicas ou abrindo a exceção da entrada de pessoas jurídicas. Isto desde que tenha o mesmo objetivo da cooperativa ou sem fins lucrativos; Cooperativas centrais ou federações de coo­perativas: as constituídas por, no mínimo, três singulares, podendo, excepcionalmente, admitir associados individuais; Confederações de cooperativas: as constituídas por, no mínimo, três federações de cooperativas ou cooperativas centrais, da mesma ou de diferentes modalidades.  

Sociedade em Conta de Participação:  Sociedade composta por duas ou mais pessoas, sendo uma delas comerciante. Nela, os sócios se reúnem sem firma social, a fim de chegar a um lucro comum para operações de comércios determinados, de forma que um ou todos trabalham em seu nome individual para o fim social. São reguladas pelos Artigos 991 a 996 do Novo Código Civil, Lei 10.406/2002.

O nome da associação se torna sociedade em conta de participação, acidental, momentânea ou anônima. A Sociedade em Conta de Participação não precisa das formalidades das demais sociedades. E também não tem a necessidade de registro na Junta Comercial.  Normalmente possui um prazo determinado e, assim que atingido o seu objetivo, se desfaz automaticamente.

Sociedade de Advogados:  Para a Sociedades de Advogados não se aplicam as mesmas regras das demais sociedades. Mas podem se reunir em uma sociedade simples ou sociedade unipessoal de advocacia (SUA), dentro da Lei e no Regulamento Geral. Para se tornarem pessoas jurídicas, tanto as sociedades de advogados quanto a sociedade unipessoal, é preciso que o registro dos seus atos constitutivos no Conselho Seccional da OAB em cuja base territorial tiver sede seja aprovado, tendo a aplicação do Código de Ética e Disciplina, no que couber.

Neste caso nenhum advogado pode fazer parte de mais de uma sociedade. Além disto, sua denominação deve ser composta obrigatoriamente pelo nome de um dos advogados, responsável pela sociedade.

Importante o contador analisar exatamente qual o tipo de empresa e negócio você está iniciando, para que o mesmo te aponte qual melhor caminho a seguir em sua empreitada. Tão importante quanto o lucro do negócio em si, é caminhar corretamente com a orientação de um profissional adequado que, após apontar o melhor tipo de sociedade para o seu negócio,  também irá conduzir os termos e cláusulas contratuais para que, em uma eventual necessidade, estas estejam as mais adequadas possíveis para suas necessidades – e não seguindo um apenas um modelo padrão.

E O LEÃO DO IMPOSTO DE RENDA? ELE NÃO PEGOU CORONAVIRUS E ESSE ANO VIRÁ COM UMA FOME AINDA MAIOR… SAIBA COMO NÃO CAIR NA MALHA FINA!

Esse é um momento delicado na saúde da população e na economia do país, contudo um assunto muito importante que estará em pauta mais pra frente é a Declaração do Imposto de Renda… Em meio à crise que está se instalando, o apetite do Leão virá ainda maior, afinal o rombo no caixa do governo, seja pela redução da arrecadação ou pelo custo do efeito coronavirus será gigantesco… Sendo assim, com a digitalização das informações monetárias e o cruzamento dos dados fiscais, será um Deus nos acuda para fugir das garras do felino mais temido do contribuinte!!! O governo já adiou o prazo final de entrega, mas agora entramos no mês final e pode apostar que ele vem com muita fome, por isso nós da WG Contabilidade, já estamos cuidando do IR dos nossos clientes para não deixarmos para a última hora e aproveitamos para deixar algumas dicas para você não cair na malha fina!!!

MP 944 – Empréstimo via BNDES

MP 944 - Empréstimo via BNDES

ATENÇÃO EMPRESÁRIO
Saiba tudo sobre a MP 944 que fala sobre o empréstimo para garantir parte da sua folha de pagamento com uma taxa de juros super acessível de um jeito super simples, sem ‘juridiquês’ ou ‘contabilidadês’ com o contador e especialista em gestão, Fabrício Grippe.

MP 936 – Medidas Trabalhistas para o Enfrentamento da Crise

Decreto em cima de decreto… Normativas, uma atrás da outra… Uma série de medidas que visão aliviar os impactos da quarentena sobre os negócios, principalmente os pequenos e os médios!!! Nós continuamos atentos e trazendo para vocês, de forma didática e resumida o que realmente muda na sua empresa!!! O vídeo de hoje fala sobre a MP 936/20, que trata sobre a redução da jornada de trabalho e suspensão do contrato!!!

Nunca foi fácil ser empresário no Brasil | Medidas do Governo

Nunca foi fácil ser empresário no Brasil, mas há muito tempo não era tão difícil!!! Muitas incertezas, inúmeras especulações, uma enxurrada de fake news que nos chegam pelo WhatsApp!!! Nós da WG Contabilidade estamos ligados, o tempo todo no ar, para garantir segurança aos nossos clientes as melhores soluções fiscais e tributárias nesse momento de turbulência, sempre com informações oficiais e nosso know-how de um dos escritórios de contabilidade mais conceituados de Campinas e região!!! E para você que é nosso cliente do BPO Financeiro, fique tranquilo, estamos mapeando todo o seu fluxo de caixa para que você tenha tranquilidade para focar nas outras áreas da sua empresa!!! Clientes WG, contem com a gente!!!

Coronavírus (COVID-19) | Noticias para Empresários

SEM FAKE NEWS E SEM ACHISMOS!!!

Você é empresário e está perdido em meio à tantas notícias que chegam no seu Whatsapp? Esse vídeo foi gravado especialmente para você e nele falamos apenas as informações oficiais!

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