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A melhor forma de tributar seu restaurante: Lucro Presumido ou Simples Nacional?

A escolha da melhor forma de tributar uma empresa do setor alimentício, como restaurantes, lanchonetes e bares, depende de diversos fatores, especialmente da relação entre seu faturamento e a folha de pagamento.

Não podemos fornecer uma resposta definitiva sem antes analisar os dados específicos do seu estabelecimento. No entanto, quando um negócio fatura entre R$ 200.000 e R$ 250.000 por mês e a folha de pagamento corresponde a aproximadamente 17-20% desse faturamento, o regime de Lucro Presumido pode resultar em uma carga tributária menor.

Um aspecto pouco discutido é que muitos escritórios de contabilidade não são especialistas em Lucro Presumido. Por isso, frequentemente não conseguem realizar uma análise detalhada que demonstre o melhor cenário tributário para seus clientes.

No Lucro Presumido, a tributação sobre o comércio é geralmente menor. As alíquotas combinadas de PIS, COFINS, CSLL e IRPJ são frequentemente inferiores às alíquotas aplicadas no Simples Nacional para o mesmo estabelecimento. No entanto, o “vilão” desta relação pode ser o ICMS. Felizmente, existe uma tributação especial do ICMS para este segmento, que pode ser vantajosa.

Por fim, é importante ressaltar que muitos produtos nesse segmento estão sujeitos à substituição tributária. Portanto, a análise do cadastro desses produtos no sistema do cliente é fundamental para garantir a eficiência fiscal.

Nós, do WG Contabilidade, temos vasta expertise em tributação. Quer saber mais sobre como podemos ajudá-lo nesse processo? Fale com nossa equipe especializada!

Power BI e a análise de dados no controle financeiro

O controle financeiro é uma parte essencial da gestão de qualquer empresa, independentemente do seu tamanho ou setor. A capacidade de analisar e monitorar as finanças de perto é crucial para tomar decisões inteligentes e baseadas em dados reais. Nesse contexto, o Power BI surge como uma ferramenta poderosa na vida dos empresários.

A análise de dados permite que as empresas identifiquem padrões, tendências e insights ocultos nos seus dados financeiros, possibilitando uma tomada de decisão mais embasada e eficaz.

Como o Power BI facilita a análise de dados financeiros?

O Power BI simplifica e agiliza o processo de análise de dados financeiros de várias maneiras. São elas?

  1. Integração de dados: O Power BI permite a integração de dados de diversas fontes, como planilhas do Excel, bancos de dados SQL, serviços na nuvem (como o Microsoft Azure) e muitos outros. Isso significa que os dados financeiros “dispersos” podem ser compilados em uma única plataforma para análise.
  2. Visualizações interativas: Com o Power BI, você terá dashboards de fácil interpretação com visualizações de dados altamente interativas – como gráficos, tabelas dinâmicas e mapas geográficos. Essas visualizações permitem uma compreensão mais profunda dos dados e facilitam a identificação de tendências e padrões.
  3. Dashboards personalizados: O Power BI permite a criação de dashboards personalizados que fornecem uma visão consolidada e em tempo real do desempenho financeiro da empresa. Esses dashboards podem incluir métricas-chave, como: receitas, despesas, fluxo de caixa e indicadores de desempenho financeiro (KPIs).
  4. Análise preditiva e modelagem de dados: Além de fornecer insights sobre o desempenho financeiro atual, o Power BI também pode ser usado para análise preditiva e modelagem de dados. Isso significa que, além do próprio empresário ter essa visão, nossa equipe especializada consegue prever tendências futuras e simular cenários hipotéticos para orientação de nossos clientes.

Alguns casos de uso do Power BI no controle financeiro:

  • Análise de desempenho financeiro por período (mensal, trimestral, anual);
  • Monitoramento de fluxo de caixa e gestão de liquidez;
  • Análise de rentabilidade por cliente, produto ou segmento de mercado;
  • Identificação e mitigação de riscos financeiros;
  • Previsão de receitas e despesas;
  • Acompanhamento de orçamento e controle de custos.

Resumindo, o Power BI oferece às empresas uma poderosa ferramenta para análise de dados financeiros e suas respectivas tomadas de decisões. Ao implementar o Power BI, os empresários podem melhorar sua eficiência operacional, otimizando o desempenho financeiro e impulsionando o crescimento sustentável de seu negócio.

Quer fazer uma demonstração gratuita e entender mais sobre a ferramenta? Fale agora com nossa equipe especializada. O Power BI não é mais o futuro, é o presente e sua empresa deveria estar utilizando-o.

Ponto de equilíbrio: o que é e qual a sua importância?

O ponto de equilíbrio — conhecido em inglês como break even point — é o valor exato, no balanço financeiro de uma empresa, em que o montante da receita cobre os custos fixos e variáveis. Ou seja, ao calculá-lo é possível saber quanto será necessário para cobrir o total de custos incorridos na produção e comercialização dos seus produtos e serviços.

  • Qual é a importância do ponto de equilíbrio na gestão empresarial?

    O valor do ponto de equilíbrio é importante para uma boa gestão empresarial porque, com ele, o empresário pode conhecer de perto a rentabilidade, a lucratividade e a viabilidade do seu negócio. Consciente do valor do ponto de equilíbrio, é possível saber de forma precisa onde sua empresa começa a ganhar ou perder dinheiro, além de quanto é preciso vender. Isso permite que o gestor se planeje melhor e preveja a necessidade de ajustar custos e capacidade de produção. O break even point também funciona como um importante indicador do quanto a empresa é sustentável ou não. Afinal, quanto menor for o valor para que o negócio fique no “zero a zero”, mais seguro é. E, quanto menos arriscado for um negócio, melhor para conseguir investimentos, crédito etc.
  • Quais as diferenças entre o ponto de equilíbrio financeiro, contábil e econômico?

    ponto de equilíbrio contábil é bastante utilizado por ser mais simples. Nele, divide-se o valor dos custos e despesas fixas pela margem de contribuição. O resultado é a receita necessária para igualar os gastos. 

    – Há duas variações do break even point. A primeira é o ponto de equilíbrio financeiro, no qual são excluídos dos custos fixos a depreciação dos ativos e outras despesas não desembolsáveis. Isso porque algumas empresas, em seus balanços anuais, incluem a depreciação como custo — por exemplo, se um ativo valia R$ 100 e agora vale R$ 70, esses R$ 30 perdidos entram na lista de custos ou despesas da empresa.

    Obs: Perceba que essa diferença é ignorada, pois o que importa são os gastos que representam um desembolso de dinheiro do caixa da empresa.

    – A outra variação é o ponto de equilíbrio econômico, no qual o custo de oportunidade é acrescido à soma. Trata-se de uma correção monetária a ser considerada junto com as despesas fixas. Se o empreendedor não investisse na empresa, ele poderia aplicar o seu dinheiro em um investimento que renderia, por exemplo – 15% ao ano.  O ponto de equilíbrio econômico considera essa margem, ou seja, você só “empata” quando pagar as despesas e tiver uma remuneração compatível ao percentual que o dinheiro renderia parado no mercado financeiro.

    Uma vez identificado o ponto de equilíbrio, a empresa pode realizar análises de sensibilidade para entender como mudanças nos custos, preços de venda ou volume de vendas afetam sua lucratividade. Isso permite tomar decisões estratégicas para otimizar a rentabilidade e a saúde financeira do negócio.

  • Se você está em dúvida sobre qual tipo de ponto de equilíbrio calcular para sua empresa, entre em contato com seu contador. Ele será o profissional mais indicado para te auxiliar nesse processo. Conte com o nosso time especializado!

5 dicas simples de como fugir da “malha fina” do Imposto de Renda 2024

O Imposto de Renda é uma obrigação legal estabelecida pelo Governo Federal e tem como principal função fazer com que o cidadão brasileiro (contribuinte) informe os seus rendimentos (tributáveis ou não) recebidos durante determinado período. Por ser um procedimento obrigatório e cheio de detalhes, grande parte da população deseja evitar erros na hora de declarar, a fim de afastar problemas fiscais futuros.

Em contrapartida, atenta a este movimento, a Receita Federal utiliza mecanismos para detectar inconsistências, omissões ou até mesmo fraudes de contribuintes, por meio do cruzamento de informações. Ou seja, tudo que o contribuinte informa na declaração do IR é comparado com o que outras pessoas, empresas ou entidades declararam em suas próprias prestações de contas ao Fisco.

O cruzamento de dados auxilia a Receita a detectar falhas e tentativas de omissão de informações. Geralmente, esses dados são chamados de “dedos-duros”, pois são declarações acessórias de instituições ou órgãos públicos, entidades e profissionais liberais. Nesse sentido, é indispensável ficar atento ao declarar informações que, se apresentarem alguma inconsistência, vão “dedurá-lo” à Receita.

Separamos 5 dicas essenciais para te auxiliar nesse processo. Vamos lá?

  1. Organize sua documentação: Mantenha todos os seus documentos financeiros organizados – incluindo recibos, comprovantes de despesas, extratos bancários e informações de rendimentos. Certifique-se de que todas as informações estejam corretas e atualizadas antes de iniciar a declaração do Imposto de Renda.
  2. Declare todas as fontes de renda e não omita rendimentos: Certifique-se de declarar todas as suas fontes de renda, incluindo salários, aluguéis, rendimentos de investimentos, entre outros. Não deixe de informar nenhum valor recebido durante o ano, mesmo que seja de fontes menores.
  3. Muita atenção aos valores declarados: Verifique cuidadosamente os valores declarados em sua declaração de Imposto de Renda e certifique-se de que correspondem aos valores informados pelos pagadores. Erros de digitação ou omissões podem levar à malha fina.
  4. Informe corretamente as despesas dedutíveis: Despesas médicas e educacionais inexistentes ou que não correspondem ao valor declarado, podem levar a uma malha fiscal. É importante guardar todos os comprovantes dessas despesas para comprovar a sua veracidade.
  5. Esteja atento às atualizações da Receita Federal: Fique atento às atualizações e mudanças nas regras do Imposto de Renda feitas pela Receita Federal. Mantenha-se informado sobre novas obrigações ou mudanças nos procedimentos de declaração para garantir que você esteja em conformidade com a legislação fiscal.

Nós do WG Contabilidade temos uma equipe especializada nisso. Traga seu IR para o WG e deixa que nós cuidamos disso pra você.

O impacto da contabilidade estratégica no crescimento empresarial

A contabilidade estratégica é muito mais do que apenas registrar transações financeiras. Ela é uma ferramenta poderosa que pode impulsionar o crescimento e o sucesso de uma empresa. Quando utilizada de forma inteligente, a contabilidade não apenas fornece informações precisas sobre a saúde financeira da empresa, mas também orienta as decisões empresariais e ajuda a identificar oportunidades de crescimento.

Uma das maneiras pelas quais a contabilidade estratégica impacta o crescimento empresarial é através da análise de dados financeiros. Ao monitorar de perto receitas, despesas, fluxo de caixa e outros indicadores financeiros chave, os gestores podem identificar tendências, padrões e áreas de oportunidade. Isso permite que tomem decisões informadas e estratégicas para otimizar os recursos e impulsionar o crescimento.

Além disso, a contabilidade estratégica desempenha um papel fundamental no planejamento financeiro e na definição de metas e objetivos realistas. Ao estabelecer orçamentos, projetar fluxos de caixa e avaliar o desempenho financeiro futuro, os gestores podem criar uma base sólida para o crescimento sustentável da empresa. Isso ajuda a evitar surpresas financeiras desagradáveis e a manter a empresa no caminho certo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

Outro aspecto importante da contabilidade estratégica é sua capacidade de fornecer insights valiosos sobre a rentabilidade e eficiência operacional da empresa. Ao analisar os custos de produção, margens de lucro e outros indicadores financeiros, os gestores podem identificar áreas onde melhorias podem ser feitas para aumentar a eficiência e reduzir os custos. Isso não apenas impulsiona a rentabilidade, mas também cria uma base mais sólida para o crescimento futuro.

Concluindo, a contabilidade estratégica desempenha um papel essencial no crescimento empresarial, fornecendo informações precisas, orientando as decisões empresariais e identificando oportunidades de crescimento. Ao adotar uma abordagem estratégica para a contabilidade, as empresas podem melhorar sua saúde financeira, aumentar sua rentabilidade e alcançar seus objetivos de crescimento a longo prazo.

Seu contador tem atuado lado a lado com você? Se você ainda não é nosso cliente, te convidamos a conhecer nossa história! São mais de 45 anos de experiência com um vasto portfólio de serviços! Entre em contato com os nossos especialistas.

Dicas para manter um planejamento fiscal eficiente em 2024

O sistema tributário brasileiro é algo bastante complexo, por isso é fundamental que os contribuintes estejam atentos às mudanças a fim de evitar multas, juros e outras penalidades.

Separamos algumas dicas importantes para ajudá-lo a alcançar esse objetivo:

  1. Fique atualizado com a legislação fiscal: A legislação tributária está sempre mudando, por isso é fundamental ficar atualizado com as leis fiscais relevantes para o seu negócio. Isso inclui acompanhar mudanças nas alíquotas de impostos, novas regulamentações e possíveis incentivos fiscais.
  2. Planeje antecipadamente: Planeje suas estratégias fiscais com antecedência, considerando os objetivos da empresa e os prazos fiscais. Antecipe-se a possíveis mudanças na legislação e adapte seu planejamento conforme necessário.
  3. Utilize incentivos fiscais: Esteja ciente de quaisquer incentivos fiscais disponíveis para o seu setor ou região e aproveite-os ao máximo. Isso pode incluir créditos fiscais, isenções ou benefícios fiscais para investimentos em determinadas áreas.
  4. Mantenha registros precisos: Manter registros financeiros precisos é fundamental para um planejamento fiscal eficiente. Utilize sistemas de contabilidade confiáveis ​​e mantenha-se organizado ao documentar todas as transações comerciais.
  5. Considere a estrutura jurídica da empresa: A estrutura jurídica da sua empresa pode ter um impacto significativo na sua carga tributária. Avalie regularmente se a estrutura atual é a mais vantajosa do ponto de vista fiscal e esteja aberto a fazer ajustes conforme necessário.
  6. Planeje suas despesas de forma estratégica: Identifique oportunidades para deduções fiscais legítimas e planeje suas despesas de forma estratégica para maximizar os benefícios fiscais.
  7. Consulte um profissional de contabilidade ou tributação: Se necessário, consulte um profissional de contabilidade ou tributação para ajudá-lo a desenvolver e implementar um planejamento fiscal eficiente. Um especialista pode fornecer orientação personalizada com base na situação específica da sua empresa. Nosso time está aqui para te auxiliar!
  8. Esteja preparado para auditorias: Mantenha todos os registros financeiros e documentação relacionada à sua situação fiscal atualizados e prontos para uma possível auditoria. Esteja em conformidade com as obrigações fiscais e mantenha uma comunicação aberta com as autoridades tributárias, se necessário.

Ficou com alguma dúvida ou precisa de um suporte com o seu planejamento? Conte conosco!

Contribuição do MEI com novo valor a partir de hoje

Se você é empreendedor e possui seu próprio negócio, deve ficar atento a uma mudança importante a partir desta terça-feira,20. O reajuste do salário mínimo para R$ 1.412, em janeiro deste ano, teve um impacto direto para o microempreendedor individual (MEI). Os boletos com vencimento em 20 de fevereiro de 2024 terão um novo valor.

Ao contribuir para o INSS, os MEIs têm direito a aposentadoria, auxílio-maternidade, auxílio-doença, pensão por morte para os dependentes e auxílio-reclusão. O recolhimento mensal era de R$ 66 e sobe para R$ 70,60 (5% do salário mínimo).

O valor do DAS-MEI inclui ainda o Imposto Sobre Serviço (ISS) e o Imposto Sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), de acordo com a atividade exercida pelo microempreendedor individual. O ISS está em R$ 5, e o ICMS é R$ 1.

O valor final varia entre R$ 71,60 e R$ 76,60, de acordo com o ramo:

  • Comércio e Indústria: R$ 71,60
  • Serviços: R$ 75,60
  • Comércio e Serviços: R$ 76,60

    MEI Caminhoneiro:

O valor para o MEI Caminhoneiro considera um valor equivalente a 12% do salário-mínimo, e varia entre R$ 169,44 e R$ 175,44, dependendo do tipo de produto transportado e local do destino. O valor do ICMS e ISS é o mesmo pago pelo MEI.

Para dúvidas e maiores informações, fale com nosso time de especialistas.

CFC solicita prorrogação de prazos para a regularização de débitos do Simples Nacional

Em ofício enviado ao Secretário Especial da RFB, Robinson Sakiyama Barreirinhas, nesta quarta-feira (31), a entidade informou que recebeu diversos pedidos relativos ao tema de profissionais da contabilidade de todo país, por meio dos Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs).

No documento, o CFC ainda destacou que foi observado que o e-CAC vem apresentando instabilidades diárias, o que tem gerado dificuldades no processo de regularização e na emissão dos Documentos de Arrecadação de Receitas Federais (DARFs).

A entidade ainda pontuou que os contribuintes também encontraram dificuldades para aderirem aos programas de regularização tributária disponíveis. Houve problemas, por exemplo, para acesso ao ambiente da PGFN, o que impede a regularização ao Refis ou a outras modalidades de transações disponíveis. 

Esses problemas inviabilizam muitas empresas de realizarem o parcelamento de seus débitos e, consequentemente, ficarem aptas a se enquadrarem no Simples Nacional.

Contabilidade Consultiva: Como ela pode transformar sua Empresa?

Falamos muito sobre essa abordagem, mas você sabe exatamente o que é e como ela pode impactar positivamente um negócio?

Ao longo dos anos a Contabilidade evoluiu e sofreu grandes mudanças, todas elas necessárias para a evolução das empresas e para acompanhar a complexidade dos negócios atuais.

Anos atrás, as escriturações ainda eram feitas manualmente, notas fiscais eram emitidas em folhas com papel carbono e vias coloridas, processos datilografados e salvos em disquetes e m² preenchidos por várias caixas de arquivos. Após inúmeras transições, a contabilidade deixou de ser um mero registro de conformidades, gerando insights valiosos aos empresários e trazendo uma abordagem mais estratégica, apoiando tomadas de decisões e melhorando o desempenho dos negócios como um todo.

Essa contabilidade mais próxima do cliente é chamada de Contabilidade Consultiva e é vista como o futuro da profissão.

Diferente da abordagem da contabilidade tradicional, na consultiva, além de cumprir a lei, o contador assume uma posição de um parceiro estratégico, inserindo a tecnologia nas rotinas internas, fornecendo meios para facilitar processos e a captação da análise de dados. Os profissionais envolvidos na consultoria vão analisar os dados, registros e todas as movimentações do seu negócio para oferecer as melhores soluções para o desenvolvimento da sua empresa. Para isso, é importante que eles entendam e acompanhem o dia a dia empresarial, estabelecendo uma verdadeira parceria com você, dono do negócio. 

Como você imagina seu negócio daqui a 5 anos? Sabe exatamente o que fazer para alcançar seus objetivos? Consegue usar os dados a seu favor?

A contabilidade consultiva pode te ajudar. Clique aqui e fale conosco.

O que muda com a nova faixa de isenção de Imposto de Renda sancionada pelo Governo

O governo federal sancionou recentemente a lei que atualizou a base da tabela progressiva do Imposto de Renda: a faixa de isenção passou de R$ 1.903,98 para R$ 2.112,00. A mudança já havia entrado em vigor por meio de uma Medida Provisória publicada em maio, mas agora tem força de lei e já vale para a temporada do IR 2024.

Com a alteração, a Receita Federal vai utilizar um novo desconto simplificado mensal de R$ 528 na fonte para operacionalizar a nova faixa de isenção — que passa a ser de R$ 2.640 — o valor é equivalente ao dobro do novo salário mínimo, de R$ 1.320.

O efeito prático da correção é o seguinte: cerca de 13,7 milhões de contribuintes pessoas físicas vão deixar de pagar o Imposto de Renda, segundo projeção da Receita Federal.

O governo prometeu subir a isenção ainda mais, para R$ 5 mil, até 2026 — ano em que termina o terceiro mandato de Lula. Siaba, a seguir, tudo sobre a nova faixa de isenção.

Defasagem da tabela

O último ajuste integral da tabela de IR ocorreu em 1996 e, de lá para cá, a desafagem acumulada atingiu 155%, considerando o IPCA até maio de 2023, conforme dados mais recentes da Unafisco Nacional (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal).

A última atualização foi parcial, há oito anos, durante o governo de Dilma Rousseff (PT), quando se fixou a faixa atual de isenção em R$ 1.903,98.

A nova tabela progressiva já está em vigor desde 1º de maio de 2023.

O que é a nova dedução?

Para operacionalizar a nova faixa de isenção de R$ 2.640 anunciada pelo governo, a Receita Federal ampliou a faixa inicial da tabela progressiva para R$ 2.112 e adotou um novo mecanismo de dedução simplificada de R$ 528.

Assim, com o desconto simplificado, quem ganha até R$ 2.640 não pagará nada de IR, nem na fonte, nem na declaração de ajuste anual.

Como uma alternativa às deduções já existentes, como previdência, dependentes, pensão alimentícia, entre outros, o contribuinte pode optar por usar desconto simplificado mensal, correspondente a 25% da faixa inicial da tabela progressiva, os R$ 2.112, ou seja de R$ 528, conforme detalha Danielle Bibbo, sócia-diretora de impostos da KPMG.

Qual é a finalidade da dedução?

Considere uma pessoa que não tenha muitas despesas e não precise deduzir muitos itens e optar pelo modelo simplificado. “Caso as deduções do contribuinte não chegarem a R$ 528, será possível optar por usar essa dedução simplificada”, exemplifica Bibbo.

Giuliana Burger, advogada tributária do Velloza Advogados, explica que o desconto simplificado costuma ser aplicado no formato anual pelo empregador, que calcula o mesmo para seu funcionário.

“Quem precisa calcular em bases mensais seu rendimento pode fazer essa dedução todo mês, como autônomos ou quem recebe rendimento de aluguel”, diz.

A medida será opcional: quem tem direito a descontos maiores pela legislação atual, como dedução pela previdência, dependentes e pensão alimentícia, não será prejudicado.

Fonte: Infomoney